Ele lê do ERP o custo de cada item, aplica os tributos da operação, soma as despesas que a venda carrega e chega ao preço que cumpre a regra de margem definida pela empresa. Quando o custo muda, o preço sugerido muda junto — sem ninguém reabrir arquivo nenhum.
O que muda de um fornecedor para outro não é a promessa — todos dizem calcular preço. Muda o que entra na conta, e é essa lista que define se o número que aparece na tela tem a ver com a margem que a empresa vai apurar no fim do mês.
É. Sistema de precificação e software de precificação nomeiam a mesma ferramenta: a indústria e a distribuição costumam falar em sistema, e o varejo pesquisa por software. Esta página vale para quem digitou qualquer uma das duas.
- Custo real de aquisição
- O que a nota cobrou: produto, frete, seguro, ICMS-ST pago na entrada, bonificação e desconto comercial.
- Tributos da operação
- ICMS, PIS, COFINS e IPI conforme o regime da empresa, o NCM do item e o estado de destino.
- Despesas variáveis da venda
- Comissão, taxa de cartão, marketplace, frete de saída e a parcela de despesa fixa que o item precisa cobrir.
- Regra de margem
- O markup ou a margem que a empresa definiu para aquela família, canal ou curva de giro, com piso e teto.
- Contexto de mercado
- O preço praticado pela concorrência e a elasticidade do item, que dizem até onde a regra pode ir.