Integração com ERP: como o RevPrice conversa com o seu sistema
O preço que o RevPrice calcula nasce do custo que já está no ERP, e volta para ele depois de aprovado. Esta página explica os dois caminhos.
O que muda de uma operação para a outra não é o cálculo: é por onde o dado entra e por onde ele sai. Antes de falar de método, vale separar o que o RevPrice lê do que ele devolve.
O que o RevPrice lê do ERP
São os dados que formam o preço e que já existem no sistema com que a empresa compra, vende e emite nota.
- Custo de cada entrada
- O custo de aquisição de cada nota que entra, com frete, os tributos da nota e a verba de fornecedor. É ele que envelhece entre duas compras, e é por isso que o preço calculado uma vez erra na segunda.
- Cadastro do item
- O que decide o tributo da venda: a NCM, o regime do item e a UF de destino da operação. Sem cadastro íntegro, a alíquota aplicada é a que está escrita, e não a devida.
- Venda realizada
- O que saiu, por qual preço e por qual canal. É o que permite comparar a margem que a regra calculou com a margem que a operação realizou.
- Estrutura do produto
- Na indústria, a ficha técnica: cada componente com a quantidade que entra numa unidade, a perda de processo esperada e o tempo em cada centro de trabalho.
O que o RevPrice devolve ao ERP
Ler o custo é metade do caminho. A outra metade é o preço aprovado voltar para o sistema que publica preço.
- O preço aprovado
- O preço que passou pela regra de margem e pela aprovação volta para o ERP publicar. É de lá que saem o PDV, a etiqueta e a tabela que o cliente recebe.
- Uma tabela só
- Retaguarda, caixa e gôndola leem o mesmo preço porque ele sai do ERP, e não de uma planilha paralela mantida ao lado. Onde há etiqueta eletrônica, o caminho é o mesmo.
- Autor, data e motivo
- Cada preço mudado guarda quem aprovou, quando e por quê. O registro fica no RevPrice, e o que chega ao ERP é o preço já decidido.
Como a integração acontece
O caminho depende do que o ERP de origem entrega. Qual deles vale na sua operação é o que a avaliação técnica fecha, antes de a implantação começar.
Pela interface do ERP
Quando o sistema de origem expõe uma interface própria, a leitura do custo e a devolução do preço passam por ela, sem arquivo no meio.
Por conector específico
Quando o ERP é personalizado ou não expõe interface, a equipe de integração desenvolve o conector daquele sistema. É o caminho de quem tem sistema próprio.
Qual dos dois, e com que cadência
É o que a avaliação técnica responde, com o ERP de origem na frente: por onde a troca acontece, com que frequência ela roda e o que muda quando o sistema troca de versão.
A cadência que está documentada é a da leitura do custo: ela acompanha a entrada de nota, e não um horário fixo — quando o custo muda, o preço sugerido muda junto. A frequência de cada sincronização é fechada na implantação.
Há um dado de preço que não está no ERP nem na nota de compra: o do concorrente. Quem o lê é o RevScan, no monitoramento de preços da concorrência, e o resultado sai em Excel, em CSV ou por API para o ERP e o BI.
Com quais ERPs o RevPrice se integra
É a primeira pergunta de quem avalia, e a resposta honesta é que ela não se responde por uma lista.
A Revema Tech não publica lista de ERPs homologados. O que está documentado é o método: quando o sistema de origem expõe interface, a integração passa por ela; quando não, a equipe de integração desenvolve o conector daquele sistema. A pergunta que decide não é se o seu ERP está numa lista — é o que ele entrega de custo e de cadastro.
Para um ERP específico, a resposta sai por escrito da avaliação técnica: ela olha o sistema de origem e o estado do cadastro, e é dela que sai o prazo até a primeira turma de produtos entrar no ar. Com a integração pronta e o cadastro limpo, esse prazo se conta em semanas; com cadastro incompleto, a limpeza vira a primeira etapa do projeto.
O que a avaliação técnica fecha
- Por onde a troca acontece naquele ERP: interface própria, conector ou arquivo.
- A direção de cada dado: o que o RevPrice lê e o que ele devolve.
- A frequência de cada sincronização, e o que muda numa troca de versão.
- O que precisa estar pronto do lado do ERP: custo e cadastro íntegros.
O peso de cada um desses pontos muda com a operação, e é por isso que o preço não se forma do mesmo jeito em varejo, distribuição e indústria.
Quem ainda está montando o critério de escolha encontra a lista inteira em como escolher um software de precificação, onde a integração com o ERP é um dos itens — e onde a mesma pergunta aparece do lado de quem compra.
Perguntas sobre a integração com o ERP
As dúvidas que aparecem na avaliação técnica, respondidas com o que a Revema Tech documenta.
Existe uma lista de ERPs homologados pelo RevPrice?
Não publicada. O RevPrice foi feito para integrar-se aos sistemas ERP usados no mercado, e para sistemas personalizados a equipe de integração desenvolve conectores específicos. A resposta para um ERP nomeado sai da avaliação técnica, por escrito, e não de uma lista no site.
A integração é de mão única ou nos dois sentidos?
Nos dois. O RevPrice lê do ERP o custo de entrada, o cadastro do item e a venda, calcula o preço com as regras da empresa e devolve ao ERP o preço aprovado, que é o que publica no PDV e imprime a etiqueta. Quem emite nota, controla estoque e fecha o caixa continua sendo o ERP.
Quais dados saem do ERP para o RevPrice?
O custo de aquisição de cada nota que entra, com frete e tributos; o cadastro do item, que é o que decide a alíquota da venda; a venda realizada, para comparar a margem calculada com a obtida; e, na indústria, a estrutura do produto com componentes, perda de processo e tempo de cada centro de trabalho.
De quanto em quanto tempo o custo é atualizado?
A leitura do custo acompanha a entrada de nota: quando o custo de um item muda, o preço sugerido dele muda junto, sem ninguém reabrir arquivo nenhum. A frequência de cada sincronização é definida na implantação, porque depende do que o ERP de origem entrega e com que periodicidade.
O que precisa estar pronto do lado do ERP antes de começar?
Custo e cadastro íntegros, que é o que o cálculo usa. Com a integração pronta e o cadastro limpo, a primeira turma de produtos costuma entrar no ar em semanas; com cadastro incompleto, a limpeza passa a ser a primeira etapa do projeto, antes de qualquer preço novo.
O monitoramento de concorrência também devolve dado para o ERP?
Sim, por outro caminho. O RevScan lê o preço anunciado pelo concorrente e entrega o resultado em Excel ou CSV, por API para o ERP e o BI, ou direto na análise de preço dentro da plataforma. É dado de fora da empresa, e por isso não vem do ERP.
Leve o seu ERP para a conversa
A equipe de integração olha o sistema de origem e o estado do cadastro, e devolve por escrito o método, a direção dos dados e o prazo da primeira turma de produtos.