Caso de sucesso na formação de preço pela ficha técnica

AGTechnologies: margem 5% maior no primeiro trimestre com o preço formado pela ficha técnica

A operação de engenharia sob projeto que passou a formar preço pela estrutura do produto, e mediu margem 5% maior já no primeiro trimestre depois da implantação.

A AGTechnologies aplica inspeção de matéria-prima, controle de qualidade em processo e engenharia própria nos projetos personalizados que atende. É a operação em que o custo de uma unidade vem da ficha técnica dela, e não de um percentual aplicado sobre a última venda.

O que mudou aqui foi a origem do custo: material, perda de processo e tempo de cada etapa passaram a compor o valor de uma unidade, e a margem passou a ser uma regra sobre ele.

Quem é a AGTechnologies

O que o site do cliente publica sobre a operação dele, e o que isso cobra de quem forma preço ali.

Inspeção rigorosa de matéria-prima
Material que entra é conferido antes de ser usado. Para o preço, isso quer dizer que o custo de uma unidade começa num insumo identificado, com especificação própria — e não num valor médio de compra do mês.
Controle de qualidade ao longo do processo
O que não passa no controle não vira produto vendido, e mesmo assim consumiu material e tempo. É uma perda esperada, que precisa estar no custo da unidade boa em vez de aparecer como diferença no fim do mês.
Engenharia aplicada a projeto personalizado
Cada projeto tem a própria composição, e nenhum deles se resolve com a tabela do anterior. É aqui que um orçamento sai de uma planilha nova, montada por quem estava disponível naquele dia.
Processos otimizados com uso de dados
É como a própria AGT se descreve, e é o que torna este caso possível: o dado da operação já existia, organizado, antes de alguém querer transformá-lo em preço.

O que aperta a margem quando o custo vem de um projeto

Quatro situações de quem forma preço a partir da estrutura do produto, e não de um percentual sobre a venda anterior.

Estas situações são do formato da operação, e não um retrato do que o cliente fazia antes: o que ele fazia não é público, e esta página só afirma o que se confere.

O custo unitário que ninguém refaz
A composição de um produto é montada uma vez, aprovada, e passa a ser copiada. Meses depois, o preço continua saindo de um custo que corresponde ao material e ao tempo de quando a ficha foi escrita.
O insumo reajustado que demora a virar preço
O material sobe em janeiro e a tabela nova sai em abril. Entre uma coisa e outra, todo produto que usa aquele insumo foi vendido pela margem antiga — e costumam ser mais produtos do que se imagina.
A perda de processo que fica fora da conta
Quando o que foi refugado não entra no custo da unidade aprovada, a margem calculada é maior do que a margem realizada. A diferença não aparece no item: aparece no resultado do mês, sem endereço.
O orçamento especial feito às pressas
Um projeto fora do padrão sai de uma planilha nova, com a margem que quem a montou julgou razoável. Se o cliente aceita, aquele número vira referência — e a próxima cotação parecida nasce dele.

O que mudou quando o preço passou a sair da estrutura

O custo de uma unidade deixa de ser um número aprovado no passado — é o que o depoimento chama de transformação da estratégia de precificação.

É o método que a Revema implanta, na ordem em que ele entra na operação.

  1. O custo da unidade é calculado, e não herdado

    Material ao valor de hoje, perda esperada de processo e tempo de cada etapa compõem o custo de uma unidade. Ele passa a ser o resultado de uma conta que roda de novo sempre que qualquer uma dessas linhas muda.

  2. Um insumo reajustado recalcula tudo o que o usa

    O reajuste entra uma vez, e todos os produtos que consomem aquele material recalculam juntos. O que sobra para decisão humana é o que passou a furar a margem mínima, e não a varredura do catálogo inteiro.

  3. A margem é regra por linha, e não julgamento por cotação

    Cada linha de produto tem a margem que a empresa decidiu praticar nela, e o preço sugerido sai dessa regra. O desconto continua possível — o que muda é que ele passa a ser exceção registrada, e não preço de partida.

  4. O orçamento especial usa a mesma conta da tabela

    Um projeto personalizado é precificado pela estrutura dele, com as mesmas regras de margem que valem para o resto. A cotação deixa de depender de quem a montou naquele dia.

O número que mudou

Quem mede é a gerência comercial da AGTechnologies, no depoimento que o site publica, e o recorte é o trimestre seguinte à implantação — não uma projeção para os doze meses adiante.

margem 5% maior já no primeiro trimestre

A implementação da solução REVEMA transformou completamente nossa estratégia de precificação. Conseguimos aumentar nossas margens em 5% no primeiro trimestre, o que superou nossas expectativas iniciais.
Victor DiasGerente Comercial, AGTechnologies

Os números que a Revema mede em cada operação estão em resultados, e as empresas que já saíram da planilha estão em clientes.

O setor deste caso: indústria

O caso prova o que a página do segmento afirma; a página do segmento mostra a conta inteira, com as entradas do setor e um exemplo fechado com números.

Na indústria o custo não chega pela porta: ele é montado. Cada produto tem uma ficha técnica com matéria-prima, embalagem, tempo de máquina e mão de obra, e cada uma dessas linhas muda em ritmo próprio — a resina no câmbio, a energia na bandeira, a hora de trabalho no dissídio.

Precificação para indústria: ficha técnica, custo fabril e canal

Leia também

O blog trata dos mesmos assuntos com a conta na frente: o custo que entra no preço, a margem que sobra e o que muda quando a regra passa a ser calculada.

Onde o RevPrice entra

Quem faz essa conta todo dia

Nada do que está escrito acima é difícil de calcular uma vez. O que é difícil é refazer a conta em todos os itens sempre que um custo muda — e é aí que o preço volta a ser herdado do mês anterior com um ajuste por cima.

O RevPrice é quem faz esse trabalho numa operação de indústria: recalcula markup, margem de contribuição e ponto de equilíbrio a cada entrada de nota, mostra o efeito de um desconto antes de ele ser dado e avisa quando um item passa a vender abaixo do piso.

Quer ver esse cálculo na sua operação?

Uma conversa com quem calcula margem no varejo e na distribuição todo dia, com os seus números na tela.